Author Archive: Bela Coelho

RESOLVI EMPREENDER COMO FRANQUEADA: E AGORA?

Eu gosto muito de pesquisas sérias e bem embasadas. Uma delas, realizada pela Universidade de Harvard, em 2016, revelou que não são os filhos ou os afazeres domésticos os obstáculos para a ascensão das mulheres em suas carreiras profissionais, mas, sim, os maridos, parceiros ou cônjuges. Isso porque, segundo a pesquisa, tanto para eles, quanto para elas, a carreira masculina é ‘mais importante’ e ganha status privilegiado na relação, sendo priorizada.

Outra pesquisa da qual gosto muito foi realizada pela consultoria Rizzo Franchise, em 2014, e mostrou que as franquias lideradas por mulheres, ou seja, aquelas que têm mulheres como franqueadas, faturam 34% a mais do que as operadas por homens. Segundo o estudo, as mulheres dedicam-se mais a treinamentos e conseguem ser mais rigorosas em reproduzir padrões, além de terem mais habilidade em tratar das pessoas, reduzindo o turn over de funcionários.

Juntando essas duas valiosas informações – a de que as mulheres são capazes de conciliar as múltiplas atividades às quais se propõem, na real dupla jornada, presente em todas as classes sociais, com a habilidade de administrar um negócio próprio com alta performance –, posso fazer algumas considerações que as levem a boas reflexões sobre o momento certo para investir numa franquia e como fazê-lo, afinal, segundo outras pesquisas, as mulheres já correspondem a metade dos franqueados em todo o Brasil…

A gestão feminina e masculina é realmente diferente? É possível uma mulher operar uma franquia num ‘segmento masculino’?

Em 20 anos de experiência corporativa, observei que não, a gestão feminina não é diferente da masculina. Cada gestor, cada líder, porém, exerce a liderança de maneira diferente, mas, isso independe de ele ser do sexo masculino ou feminino. Há líderes mais afetivos, que conquistam as equipes, outros são mais objetivos, mas, isso é muito mais relacionado ao perfil do executivo.

Outro aspecto apontado como diferença vem da premissa de que a mulher é capaz de fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Costumo dar um exemplo bem raso sobre essa habilidade que todos dizem que as mulheres têm: quando crianças, as meninas são ensinadas a preparar uma refeição completa enquanto o feijão cozinha. Assim, elas preparam o arroz, lavam a salada e fritam os bifes para, quando o feijão ficar pronto, tudo estar cozido, ao mesmo tempo. Se os meninos forem ensinados da mesma maneira, provavelmente, eles terão a mesma habilidade.

Portanto, as mulheres são capazes de desenvolver habilidades iguais às dos homens – e vice-versa. Tudo depende da necessidade e, transportando esse conceito para as franquias, é totalmente possível às mulheres atuarem em segmentos tidos como masculinos. Há exemplos de sucesso em ramos como o da construção civil, no qual mulheres são franqueadas de locadoras de equipamentos para a construção ou atuam como ‘maridos de aluguel’, realizando reparos domésticos. Elas também são franqueadas em centros automotivos e lava-rápidos, assim como homens dirigem salões de beleza e clínicas estéticas.

Como conciliar maternidade e vida a dois com a franquia?

Como coach, percebo que as mulheres realmente temem que o momento da maternidade interfira em suas carreiras. Elas ponderam bastante sobre qual é a hora de ter um bebê e, mais do que isso, como a vida a dois e a família agirão diante de uma possível promoção, da necessidade de realizar um curso no exterior, das viagens a trabalho… Minha orientação é sempre trabalhar a culpa em forma de diálogo aberto, de envolvimento da família nas decisões. Não há motivo para esconder suas intenções e ambições profissionais dos seus entes queridos e pedir a ajuda deles, o apoio de todos porque o resultado beneficiará a família. Mais uma vez, transportando a situação para uma franquia, quando a unidade franqueada é o negócio da família, o apoio do companheiro é muito mais efetivo, então, envolva sua família no negócio, deixe que todos participem, de maneira direta ou indireta, do seu cotidiano. Desta forma, será mais fácil que eles entendam o que você vive, no dia a dia, e seus desafios.

Tenha em mente: você precisa ser uma boa vendedora!

Todo franqueado é um empreendedor, mas, acima de tudo, precisa ser um excelente executor de padrões e um eterno vendedor. Esteja ele à frente de uma prestadora de serviços ou varejista, venderá suas ideais, serviços e produtos o tempo todo. Por isso, conhecer o mercado em que está inserido, o produto e o cliente, observar a cadeia produtiva e os GAP´s envolvidos fazem parte de suas competências para se diferenciar. Atualmente, não basta ter feeling, aquele antigo ‘tino comercial’: é necessário estudar. Já presenciei franqueadas frustradas porque são loucas por sapatos, mas, adquiriram uma franquia de loja de calçados achando que realizariam seu sonho, sem saber que administrar um estoque, lidar com funcionários e clientes e enfrentar a jornada de 12 horas de shopping é extremamente complexo – e, além de tudo isso, é um negócio que exige alta capacidade de vendas.

Baseie-se no tripé de competências técnicas, administrativas e de gestão

A franqueada realizará atividades múltiplas em seu negócio próprio. Quando optar por um segmento, portanto, ela deverá avaliar quais são as habilidades técnicas, administrativas e gestoras necessárias para as atividades daquela franquia. Se, por exemplo, for necessária alguma competência técnica, você mesma a realizará ou dependerá da contratação de um profissional competente (como um podólogo, por exemplo)? Está preparada para exercer as atividades administrativas ou será necessário realizar algum curso extra, para aprender sobre tributos, contas a pagar e receber, compras e administração de estoque, por exemplo? Como gestora, quantas pessoas você terá sob sua liderança? Está disposta a lidar com profissionais em seus primeiros empregos, ou seja, adolescentes? Tudo isso precisa ser ponderado, de maneira que você possa escolher o melhor segmento.

Investir muito ou pouco, não importa: é preciso começar– Um dos atrativos do franchising é que existem marcas para todo o porte de investidor. Recentemente, li notícias sobre uma marca que desenvolveu um equipamento de passadoria que permite passar roupas em casa. Outra rede oferece um mini-buffet, que atende empresas de pequeno porte, ideal para quem tem habilidades culinárias. Com baixo investimento e podendo ser instaladas em home office, as marcas permitem que mulheres tenham seus próprios negócios sem se ausentar do lar. Quem tem mais capital, obviamente, tem uma gama incrível de marcas e segmentos a escolher – e, claro, é preciso ser coerente e pensar muito antes de se fazer uma opção.

As franquias são uma excelente opção para as mulheres, em qualquer fase de suas vidas. Com dedicação e conhecimento, certamente, o sucesso virá.

Onde você se perdeu?

Nunca tivemos tanta tecnologia, tantos recursos, tantas ferramentas para resolver nossos problemas; profissionais que se dedicam a contínuo estudo e preparação, pesquisa e desenvolvimento de estratégias e soluções para as demandas do cotidiano. Isso é bom! Aliás, isso é muito bom!

O que me traz aqui é a constrangedora simplicidade das soluções que são apontadas por tanto estudo. Eu já tive que aprender a respirar e beber água, também a mastigar e a ouvir meu interlocutor ativamente antes de pensar na resposta …  Coisas tão simples, tão naturais, mas eu me perdi nelas … e você, onde já se perdeu?

Pensando em mais algumas soluções simples e vitais para as nossas dificuldades, lembro do hotel que ensina as pessoas a dormir, dos workshops que trabalham a confiança, a gratidão, o perdão, lembro que em alguns momentos precisamos de ajuda profissional para reconhecer a fome e para reconhecer que nos ocupamos demais para fugir do que realmente tem que ser feito.

Coisa simples e complexa este tal de ser humano …

Sabe o que eu penso mesmo disso tudo? Penso que quem se acha perdido, já deu o primeiro passo para se encontrar! Que todo recurso disponível deve ser usado para se ter de volta, ou quem sabe ter pela primeira vez, a condição plena de humanidade. Se a solução está no simples e o caminho é cuidar dos básicos, ponto para nós.

Para deixar uma dica, digo para você começar já uma jornada de autoconhecimento. Seja fluente no assunto você. Dentro de nós moram as perguntas certas e também as respostas. Seja pleno!

Sucesso!!!

Check list de Credibilidade

Eu trouxe aqui um check list, ou uma lista de verificação, para te ajudar a saber a quantas anda sua credibilidade. Uso este exercício autoral em algumas das minhas entregas como coach, trainer e palestrante e o resultado tem sido excelente, espero que seja para você também.

Entenda credibilidade como o valor que é atribuído à sua palavra, seu nível de confiabilidade nas várias esferas onde você atua e entenda também este exercício como uma ferramenta lúdica, que tem intuito de provocar reflexão e a eliminação de comportamentos improdutivos.

Então, mãos à obra!

1.      Defina suas principais esferas de atuação. Exemplo: Familiar | Profissional |Social;

2.      Responda as perguntas a seguir para cada esfera de atuação e reflita sobre seu nível de credibilidade.

Quando eu digo que vou a algum lugar, eu realmente vou?

Para o chefe ( ) SIM ( ) NÃO

Para a esposa/marido ( ) SIM ( ) NÃO

Para os filhos ( ) SIM ( ) NÃO

Para um amigo ( ) SIM ( ) NÃO

Quando eu digo que gostei de algo, eu realmente gostei?

Para o chefe ( ) SIM ( ) NÃO

Para a esposa/marido ( ) SIM ( ) NÃO

Para os filhos ( ) SIM ( ) NÃO

Para um amigo ( ) SIM ( ) NÃO

Quando eu digo que não posso ajudar em determinada questão, eu realmente não posso ajudar?

Para o chefe ( ) SIM ( ) NÃO

Para a esposa/marido ( ) SIM ( ) NÃO

Para os filhos ( ) SIM ( ) NÃO

Para um amigo ( ) SIM ( ) NÃO

Quando eu digo que vou retornar uma ligação, eu realmente vou ligar?

Para o chefe ( ) SIM ( ) NÃO

Para a esposa/marido ( ) SIM ( ) NÃO

Para os filhos ( ) SIM ( ) NÃO

Para um amigo ( ) SIM ( ) NÃO

** Inclua quantas perguntas quiser, troque as esferas, personalize seu check list;

*** Se você é um profissional de desenvolvimento humano e pretende aplicar este check list em grupo, vá em frente! Apenas se certifique de separar tempo para ajudar seu público a elaborar e gerenciar as emoções que ele pode suscitar.

Este exercício não é sobre atender a todos, dizer sim a tudo; é sobre assertividade, negociação, capacidade de dizer não, em resumo, sobre credibilidade.

O quanto você tem preferido concordar de pronto com uma questão a negociar os termos? Esta ação pode até evitar conflitos, mas te leva a não cumprir os pequenos acordos do dia a dia e faz altíssimos saques no seu banco de credibilidade.

Seja você o padrão de confiabilidade que espera do mundo! (Aqui parafraseando Gandhi, com uma pequena licença artística)

Sucesso!

Raquel Castro

Sobre a autora:

Gestora de RH; Personal, Professional & Executive Coach e Membro da Sociedade Brasileira de Coaching.

Para dar vida ao firme propósito de facilitar o caminho de pessoas e empresas até o sucesso, potencializando talentos, Raquel atua em processos de Executive Coaching, Team Coaching e Life Coaching. É, ainda, qualificada para utilização dos instrumentos de Assessment: MBTI Steps I & II, Alpha, OPQ32, DISC, MQ, Verify e BeGroup e Consultora em Desenvolvimento de Recursos Humanos, com foco em Educação Corporativa.

Produz conteúdo e ministra Treinamentos e Workshops para Desenvolvimento de Liderança, Equipes, Gestão de Competências e Gestão de Mudança, Atendimento ao cliente, entre outros. É Consultora para Desenvolvimento e Implantação de Programas de Assessment, Sucessão de colaboradores e Team Building. Tem expertise em Diagnósticos Organizacionais e Gestão do Desempenho.

Raquel tem 20 anos de carreira corporativa, tendo atuado nas áreas de Recursos Humanos, Marketing, Operações de Unidades de negócio e Grandes Eventos Internacionais, no varejo de alimentos e bebidas.

No campo da Gestão de Pessoas, acumulou mais de dez anos de experiência, com ênfase em Treinamento e Desenvolvimento e Gestão de Desempenho, sendo habilitada em Gestão de Indicadores pelo Balanced Score Card e em Gestão por Competências.

Tem 15 anos de experiência como facilitadora e palestrante, atuando em eventos de Universidade Corporativa e no âmbito acadêmico; conduzindo inúmeros cursos, workshops e palestras.

Planejou e executou eventos de treinamento e integração de funcionários no âmbito corporativo, atendendo a todos os níveis organizacionais. Implementou e acompanhou processos de desenvolvimento gerencial, formando vários líderes atuantes no mercado.

Sua missão é e sempre foi gerar resultados através das pessoas!

www.raquelcastro.net

Você vai mesmo?

 

 

Você que me acompanha sabe que eu escrevo de mim, da minha carreira, das dores e delícias que encontro por aí no trato com o outro. Para você que chegou agora, seja bem-vindo, vamos conversar sobre o sucesso e seus caminhos.

Na minha prática profissional como coach, mentora, consultora, professora, voluntária, encontro pessoas com os mais variados anseios: de mudar a si mesmo a mudar o mundo … E nas últimas semanas tenho pensado muito sobre o que realmente diferencia o índice de sucesso de cada uma delas.

Pensei primeiro em consciência da própria missão, firmeza de propósito e fortes valores … logo depois lembrei de quantas pessoas encontrei em sofrimento por estarem conscientemente traindo tudo isso;

Pensei depois em capacidade de planejamento, organização, follow-up … aí pensei em quantos planos lindos e bem elaborados eu já vi, de pessoas e empresas, que em quase nada saíram do papel;

Claro, a diferença é o Networking, pensei a esta altura. Ter quem indique, quem abra portas … e outra vez a mente me alertou! Lembrei de quantas portas vi serem abertas pelo Networking – vagas de emprego, vagas em cursos, participação em projetos de primeira linha – e quantas não foram aproveitadas e muitas sequer agradecidas;

Não é do meu feitio desistir, então segui pensando, pensando e pensando, em busca da competência que antecede, viabiliza e mantem o sucesso. Analisei, atribuí pontos no melhor estilo Balanced Score Card e apresento a vocês a competência campeã – A coragem!

A palavra coragem vem do Latim, Coraticum, com significado literal de ação do coração. Segundo Platão, a Coragem é o uso da razão a despeito do prazer; Segundo a minha definição livre, o CHA da competência Coragem é este a seguir.

A Coragem sozinha não te leva ao sucesso, mas todas as outras competências juntas, sem a coragem, também não.

Neste ponto você me pergunta: Como faço, se está faltando coragem? Eu respondo: Descubra onde ela te abandonou, que pontos te fazem perder para o medo.

Em linhas gerais, vejo dois tipos de corajosos:

I.           Aqueles que vão em frente, a despeito de tudo, por acreditarem no tamanho da oportunidade que vem pela frente;

II.           Aqueles que estão sofrendo muito, e quando comparam o medo com a dor que sentem, preferem seguir com medo mesmo.

Então te convido a pensar: Está faltando coragem, porque eu não reconheço o tamanho da oportunidade que estou buscando, ou porque ainda encontro algum conforto no lugar onde estou?

Só você pode responder… eu posso deixar um norte:

  • Conheça a si mesmo;
  • Defina onde quer ir;
  • Desenhe detalhadamente os ganhos que terá chegando lá ;
  • Conviva com pessoas que alimentam a sua coragem e não os seus medos;
  • Não permite que sua vida seja comandada pela dor.

Cuidando dos pontos acima, você vai mesmo!!!

Fico por aqui e fico à disposição para falarmos sobre medos, coragem, sucesso e o que mais estiver fervilhando por aí.

Sucesso!

Raquel Castro

Para dar vida ao firme propósito de facilitar o caminho de pessoas e empresas até o sucesso, potencializando talentos, Raquel atua em processos de Executive Coaching, Team Coaching e Life Coaching. É, ainda, qualificada para utilização dos instrumentos de Assessment: MBTI Steps I & II, Alpha, OPQ32, DISC, MQ, Verify e BeGroup e Consultora em Desenvolvimento de Recursos Humanos, com foco em Educação Corporativa.

Produz conteúdo e ministra Treinamentos e Workshops para Desenvolvimento de Liderança, Equipes, Gestão de Competências e Gestão de Mudança, Atendimento ao cliente, entre outros. É Consultora para Desenvolvimento e Implantação de Programas de Assessment, Sucessão de colaboradores e Team Building. Tem expertise em Diagnósticos Organizacionais e Gestão do Desempenho.

Raquel tem 20 anos de carreira corporativa, tendo atuado nas áreas de Recursos Humanos, Marketing, Operações de Unidades de negócio e Grandes Eventos Internacionais, no varejo de alimentos e bebidas.

No campo da Gestão de Pessoas, acumulou mais de dez anos de experiência, com ênfase em Treinamento e Desenvolvimento e Gestão de Desempenho, sendo habilitada em Gestão de Indicadores pelo Balanced Score Card e em Gestão por Competências.

Tem 15 anos de experiência como facilitadora e palestrante, atuando em eventos de Universidade Corporativa e no âmbito acadêmico; conduzindo inúmeros cursos, workshops e palestras.

Planejou e executou eventos de treinamento e integração de funcionários no âmbito corporativo, atendendo a todos os níveis organizacionais. Implementou e acompanhou processos de desenvolvimento gerencial, formando vários líderes atuantes no mercado.

Sua missão é e sempre foi gerar resultados através das pessoas!

www.raquelcastro.net

 

Retrato Falado: evite tipos perigosos!

AAEAAQAAAAAAAAulAAAAJGY3OGRhZDIyLWMzYjQtNDIzNy04NDc0LTQ1OGM5NGE1NWZhZA

Você já lidou com algum profissional inseguro? E imperito? E assediador?

Informo a seguir características para que você possa identifica-los e evita-los, montando um retrato falado.

Cabelo – bagunçado. É o cabelo que ele mexe e remexe pensando no que fazer;

Cabeça – um tanto inchada, guardando muitas preocupações e poucas estratégias; no caso do assediador, pensa mais em como pressionar pelo resultado do que no próprio resultado;

Sobrancelha –  contraídas, forjando foco, querendo mostrar rigidez. Quem é inseguro e imperito não consegue ser autêntico, teme não ser aceito pelo grupo. O assediador precisa se cercar de quem consegue assediar;

Óculos – escuros, assim ele vê a todos e tem a sensação de não ser visto por ninguém;

Olhos –  à espreita, quem sabe se alguém quer sua posição?

Nariz – perito farejador, alerta a cabeça para qualquer sinal de profissionais inovadores, motivados, com melhor formação, equipes coesas… verdadeiras ameaças para os inseguros, imperitos e assediadores;

Boca –  não fala claramente o que tem que ser dito, faz rodeios, manda recados, cria contendas, se apropria de ideias alheias, aponta erros com intuito de diminuir a honra, expor , humilhar o outro;

Queixo – achatado, fica normalmente apoiado na mesa, sustentando a cabeça inchada, nos momentos em que o “tipo” pensa em quem mais da equipe quer prejudica-lo;

Conseguiu fazer o retrato?!!! Publicar na intranet?

Evidentemente se trata de uma descrição lúdica e caricata, mas tenho certeza que você pensou em várias pessoas enquanto lia o “Retrato Falado”, não foi? Por agora esqueça delas e volte ao foco do texto.

Alerta! Não basta evitar estes “tipos” na seleção. Novas situações e desafios podem transformar um profissional, levando ele à insegurança, imperícia e à prática de assédio. Tudo junto ou em parte.  É … mais que contratar bem, para evitar estes “tipos” em campo, é preciso desenvolver, orientar, apoiar, punir exemplarmente quando necessário, uma efetiva gestão de desempenho.

Um estopim comum para a virada de chave de um profissional competente para um tipo inseguro, imperito ou assediador, é a pressão. Promoções, Posições de liderança, Pressão por virada de resultados, Pressão da equipe (o profissional se sente diminuído, ameaçado, questionado pela equipe ou determinado colaborador), concorrência (medo de perder a posição ou o emprego), enfim … O profissional se sente ameaçado e, como bom ser humano que é, foge, ataca ou paralisa.

Agora você quer saber como viver estes desafios sem se tornar inseguro, imperito ou assediador, correto?  Quer saber também como apoiar sua equipe neste sentido? Certo, cuide de 3 pilares:

Autoconhecimento – Mapeamento do perfil comportamental, visão detalhada do nível de resiliência do profissional; Identificação de pontos fortes e possíveis dificuldades;

Condicionamento Emocional – Potencialização dos pontos fortes do perfil, eliminação das consequências decorrentes das possíveis dificuldades;

Domínio de técnicas e lições aprendidas – Saber o que deu certo e como evitar o que deu errado em situações de pressão.

Quer fazer uma formação que te apoie nos desafios e pressões de sua posição? Ela já existe e está disponível nos formatos presencial, EAD e In company.

O curso “Decisão Sob Pressão”.

Eu tenho o enorme prazer de ter elaborado o conteúdo e ser responsável por esta entrega!

Saiba mais a respeito escrevendo para eleonora@anitec.org.br

Dica! Você pode assistir à degustação do curso, um evento online e gratuito, no dia 22/3, às 20 horas! Inscrições pelo link https://www.eventick.com.br/decisao-sob-pressao

Sucesso!!!

Raquel Castro.

Cuide do caminho, somos as próximas!

AAEAAQAAAAAAAAp4AAAAJDU4Yjg0YTNmLWM2Y2EtNDA1MS05OGE5LTJmYzc2Y2MwNzQyMQ

O dia internacional da mulher não é apenas uma convenção, é também uma boa oportunidade para falarmos mais de nós.

Quero começar felicitando todas as mulheres que assumem e lutam por suas escolhas e encorajando aquelas que ainda não fizeram isso! Não sou militante deste ou daquele direito para a mulher, acredito que a mulher deve ter o direito de escolher que direitos quer.

Feito o reconhecimento merecido, quero me dedicar ao ponto chave que escolhi para esta conversa, as mulheres que virão. Se você escolheu ser mãe, se a vida te fez tia, se você pode influenciar alguma menina, de alguma forma, esta conversa é com você. Mais que uma conversa, é um pedido, seja feliz! Se realize no que você escolheu fazer! Não admita qualquer tipo de assédio, desrespeito; não aceite ser menos do que 110% do seu potencial.

Quer saber o motivo deste pedido? Simples! A próxima geração terá a missão de pavimentar vários quilômetros além do que nós já fizemos, então quanto mais longe chegarmos, mais longe vai a próxima geração. O nosso exemplo é o terreno, entende? Isto é um fardo? Não! Missão, honra e privilégio!

Para apoiar sua reflexão em termos práticos deixo algumas questões, pontos comuns no trato com as minhas assessoradas:

·        Você tem a missão de ser excelente, mas não tem a obrigação de fazer nada. Seja profissional se quiser, dona de casa, voluntária, mãe… apenas honre as suas escolhas!

·        Você sempre pode mudar de caminho. A estrada é sua, você não pertence à estrada.

·        Quando outras pessoas tentarem por limites nos seus sonhos, elas estão se baseando nos limites e nos medos delas, quem sabe é você!

·        Caso você seja uma mãe, cuide da relação dos seus filhos com a vida e o trabalho. Crie mulheres e homens que respeitem e valorizem a mulher profissional. Nunca diga a seu filho (a) que vai trabalhar para comprar brinquedos, ou qualquer coisa que seja, ensine a ele (a) que uma mulher trabalha para ser feliz, ele (a) vai entender. Todo filho quer ver a mãe feliz.

Vamos deixar um legado de sucesso para as próximas gerações?

Precisando conversar mais, estou à disposição.

Raquel Castro

 

Como anda a pressão por aí?

AAEAAQAAAAAAAAqYAAAAJDEyNTQ4NzMxLTg5NGYtNDM1ZS04NjI2LTNmZDA5ZjI1MDllMQ

Me conta, como anda a pressão por aí? A conversa aqui é sobre o sem número de pressões que nos afetam nos dias de hoje.

Aquela pressão dos tempos em que vivemos: Como sobreviver à violência, concorrência, falta de tempo e incertezas quanto ao futuro?

Aquela pressão das metas que criamos por aceitarmos o ideal comum de sucesso: Como ganhar dinheiro para ter a casa, o carro, as roupas, as viagens da moda e ainda ficar ao menos com alguns minutos para viver?

E a pressão característica da atividade que escolhemos? É neste tipo de pressão que quero me concentrar agora.

Eletricistas de helicópteros, Pilotos de avião, Jornalistas correspondentes de guerra, Motoboys, Policiais, Coordenadores de eventos, Executivos … estas estão entre as profissões mais arriscadas da atualidade.  Atividades tão diferentes, mas unidas pelo risco. Risco este que pode ser de morte física, moral ou financeira.

Um profissional pressionado em excesso, estressado, esgotado, precisa de apoio multidisciplinar para estancar a perda da sua capacidade de viver e produzir, fato; mas do que precisa o profissional que tem a pressão como sua companheira de trabalho?

A necessidade destes profissionais representa duas faces da mesma moeda, a moeda “EU”.

A cara …  Quem “EU” sou? Autoconhecimento! É possível estudar a si mesmo , aproveitar melhor os pontos fortes do “EU” nos momentos desafiadores.

A coroa … Como ‘EU” reajo frente à pressão e como “EU” posso tomar decisões de qualidade, a despeito do ambiente? Condicionamento Emocional! É possível aprender e exercitar os comportamentos que resultam em melhores decisões em um cotidiano de “guerra”.

Mas… me conta, como anda a pressão por aí?

Sucesso!!!

Você já visitou uma incompetência?

AAEAAQAAAAAAAAkDAAAAJGMzYjgyZjk4LTRkZDctNGU0Yy1iNGQzLWRkYWY3ODA1NzE1Nw

Em situações normais de temperatura e pressão, avaliamos bem a nós mesmos, o que é saudável e produtivo; o risco mora na tendência de negarmos nossas próprias oportunidades de desenvolvimento, ou sendo contundente, as nossas incompetências.

Sabendo que competências são exigidas para a efetiva prática da atividade profissional que escolheu e tendo uma visão do que ainda não foi alcançado (via autoconhecimento ou feedback), um profissional pode tentar montar o seu próprio plano de desenvolvimento de competências, ou buscar ajuda especializada para isto. E onde mora o risco? Na falta de efetividade do plano! Para desenvolver uma competência ou sanar uma incompetência, como queira, é preciso saber onde atacar.

Pensando no dia a dia:

Você consegue alguém devidamente habilitado que não dirige? O plano parecia perfeito… auto escola , prova, habilitação, o carro já estava comprado e … Bingo! O carro não sai da garagem.

E aquele seu amigo, (talvez você), que domina o tema, fala perfeitamente para o próprio time, mas gela ou queima, quando outro alguém entra na sala?

E a maravilhosa culinária, então?!!! Mesma receita, mesmos ingredientes e o resultado… disk pizza!

O que torna seu plano de desenvolvimento efetivo é identificar que pilar da competência que precisa ser desenvolvido. Onde mora o gap? Na casa do conhecimento, das habilidades ou das atitudes?

Para gaps na casa do conhecimento, ferramentas para aquisição de conhecimento adequadas ao seu estilo de aprendizagem ! Há espaço para a tribo dos livros, dos filmes, dos jogos, da mentoria. Cada um na sua tribo e o conhecimento é que terão em comum;

Para gaps na casa das habilidades, prática!Repetição! Auto dirigida, supervisionada, individual, em grupo, virtual … o que importa é adquirir o how to… se tornar capaz de fazer;

Caso o gap more na vizinha, a atitude, ressignificação! Trocar a lente com a qual se vê o mundo, nomear e gerenciar as emoções, congelar o medo no lugar de se deixar congelar por ele! Enxergar propósito no que se faz! Coaching, Análise comportamental, reprodução de comportamentos produtivos daqueles escolhidos como referência … enfim, conquistar um novo modelo mental.

Antes de sair investindo tempo, expectativas e dinheiro aqui ou ali, converse com um profissional. Encontre a casa da sua incompetência, faça quantas visitas forem necessárias e traga ela para o time das competências.

Bem vindo ao papel de protagonista da sua jornada profissional.

Muito Sucesso!

Raquel Castro